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Calendário de eventos ameaçado

Festas tradicionais na cidade, que colaboram significativamente com a economia do município, ainda estão no impasse de serem realizadas ou não

Faltando pouco mais de 130 dias para o fim do ano, com a falta de perspectiva de uma vacina em massa pelo menos até o apagar das luzes de 2020, o tradicional calendário de eventos da cidade, com festas privadas e públicas que contribuem de forma significativa com o incremento na economia do município, sofrerão mudanças nas datas de realização. Carro chefe da temporada, o “Uni” anunciou ainda está semana, através de um de seus organizadores, Fernando Ligorio, o cancelamento da edição deste ano: “O mês de agosto era determinante para nossa decisão. Sem o surgimento e a distribuição de uma vacina, que garantiria a segurança dos participantes, foi inevitável. Em conversa com os acadêmicos, nas lives realizadas, foi levantada a possibilidade de produzirmos duas edições em 2021, o que não está descartado, muito pelo contrário. Dependemos apenas do momento do ano em que teremos a população vacinada”, avalia.
Sobre o Réveillon, sabe-se que na segunda-feira,17, haverá uma reunião com Garopaba, Jaguaruna e Imbituba (que já suspendeu o evento), para tomada de uma posição. O secretário de Turismo, Evandro Flora, também falou em fazer uma pequena queima de fogos no Morro da Glória.
A Porcada Summer, que em 2021 comemora 20 anos, aguarda o desfecho da Pandemia: “Não cogitamos a possibilidade de não realizá-la, até mesmo porque estaremos celebrando duas décadas de festa. É muito significativo. Tão logo seja liberada a realização de eventos, estaremos anunciando a data”, enfatiza Lucas May.
No que diz respeito ao Carnaval, mais precisamente aos blocos particulares, Bloko Rosa, Pangaré, Skentaí e Babalaô, os organizadores ainda aguardam com expectativa: “Estamos esperançosos que até fevereiro de 2021 a vacinação esteja finalizada. No que diz respeito aos preparativos, o planejamento nunca para. Passamos um ano inteiro focados nos projetos. O mês de novembro será o prazo limite, até para termos tempo hábil para darmos início aos trabalhos. Caso não seja possível, assim como as festas do Rio, São Paulo e Salvador, que cogitam o mês de maio como uma nova oportunidade de realizarem o evento, também trabalhamos com essa possibilidade”, destaca Renato Braz.

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