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Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade – Abertas inscrições para ações que valorizam o Patrimônio Cultural do Brasil

Os projetos que atuam na preservação e promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro (aí incluída Laguna) já podem conhecer o edital para participar do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade deste ano. Reconhecido mundialmente pela sua diversidade cultural, o Brasil é um país que condensa em sua identidade a influência de vários grupos que colaboraram para a formação da sociedade brasileira. Há 32 anos, o Prêmio Rodrigo, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), estimula e valoriza aqueles que atuam em favor da preservação dos bens culturais do país.

Nesta edição, serão selecionados oito trabalhos de ações no campo do patrimônio cultural do Brasil. Cada premiado receberá o valor de R$ 30 mil. As inscrições ficam abertas até o dia 17 de maio e os trabalhos inscritos deverão ser entregues diretamente nas superintendências do Iphan nos Estados. As ações serão pré-selecionadas pelas comissões estaduais, compostas por representantes das diferentes áreas culturais de cada Estado, presidida pelo superintendente. Os projetos vencedores na etapa estadual serão analisados pela Comissão Nacional de Avaliação, formada pela presidente do Iphan e por 20 jurados que atuam nas áreas de preservação ou salvaguarda do Patrimônio Cultural. O resultado final do concurso deverá ser divulgado até o dia 20 de agosto de 2019, no site do Iphan. Para tirar dúvidas sobre o edital, envie e-mail para pre-mio.prmfa@iphan.gov.br.

32ª Edição do Prêmio Rodrigo: Patrimônio Cultural do Sul

O Prêmio Rodrigo vem se aperfeiçoando e estabelecendo novas propostas que refletem a evolução das políticas de valorização e proteção dos bens culturais, e em consonância com a proposta do Iphan de levar o prêmio para todas as regiões do Brasil, em 2019, a celebração da 32ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade acontecerá na capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, para promover o Patrimônio Cultural do Sul.

Nesta edição, o prêmio traz duas grandes categorias subdivididas em quatro segmentos:

Categoria 1 – Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Material referem-se às ações nas áreas de preservação de bens de natureza material como paisagens culturais, cidades históricas, sítios arqueológicos, edificações e monumentos; e ainda as coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos, assim como ações relacionadas de comunicação, difusão e educação, e devem ser apresentadas por pessoas físicas ou jurídicas que sejam responsáveis por sua concepção, autoria ou responsabilidade técnica.

Categoria 2 – Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Imaterial referem-se às ações nas áreas de salvaguarda de práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; ritos e festas que marcam a vivência coletiva do trabalho, da religiosidade e do entretenimento; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares que abrigam práticas culturais coletivas. Ainda, coleções e acervos associados a estas manifestações culturais, assim como ações de comunicação, difusão e educação relacionadas, e devem ser apresentadas por pessoas físicas ou jurídicas que sejam responsáveis por sua concepção, autoria ou responsabilidade técnica.

Segmento I – Entidades Governamentais da administração direta e indireta (autarquias; empresas públicas; sociedades de economia mista; e fundações públicas) dos níveis federal, estadual ou municipal;

Segmento II – Empresas e fundações privadas, não comtempladas no segmento III;

Segmento III – Instituições sem fins lucrativos da sociedade civil organizada;

Segmento IV – Pessoas Físicas individuais e representantes de grupos ou coletivos não constituído em pessoa jurídica.

Serão selecionadas, ao todo, oito ações, sendo uma de cada segmento, por categoria.

A Comissão Nacional de Avaliação

A Comissão Nacional de Avaliação é presidida pela presidente do Iphan, Kátia Bogéa, e desem-penha um papel de extrema relevância para a promoção dos bens culturais do Brasil. Responsável pela seleção dos trabalhos premiados, a comissão é formada por 20 profissionais do campo do patrimônio material, do patrimônio imaterial, por representantes de instituições públicas e da sociedade civil, experientes, qualificados e envolvidos em caráter permanente com a produção e proteção do Patrimônio Cultural Brasileiro.

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